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| Nome: |
Gruta da Arrifana |
| Outros nomes: |
Cova da Moura |
| Distrito: |
Coimbra |
| Concelho: |
Condeixa-a-Nova |
| Local: |
Arrifana |
| Coordenada |
- |
| Carta 25000: |
250/251 |
Topografia |
Brevemente disponível |
| Dimensões: |
150m / -17m |
A algumas centenas de metros da vila de Condeixa, à
beira da Estrada Nacional Nº 1, situa-se a aldeia da Arrifana. Neste
local, onde em tempos não muito remotos existiram termas de renome
nacional, diz-se encontrar um campo com elevado valor arqueológico
que, apesar de inumeros esforços, não foi ainda descoberto
e que constitui motivo de sonho para qualquer arqueólogo.
Junto à povoação, perto da escola primária,
encontra-se uma gruta e um algar que foram alvo de investigação
em 1956 por um grupo de alunos da Universidade de Coimbra. Nesta altura
a gruta designava-se por Cova da Moura.
Actualmente a gruta tem cerca de 150 m de desenvolvimento horizontal e
é constituída por várias salas que comunicam entre
si e cujas alturas variam entre os 2m e os 3m, possuindo ainda um corredor
com altura inferior a 1 m que, devido a tal é denominado um laminador.
O acesso à gruta pode ser feito através de uma entrada de
reduzidas dimensões (0,5m por 0,5m) ou por uma chaminé de
10 m de altura. É rica em formações litoquímicas
de elevado interesse, entre as quais estalactites e estalagmites, mantos
litoquímicos, cortinas calcárias e formações
pedunculares.
Infelizmente, tem-se vindo a degradar. O fácil acesso e a beleza
das formações atraem muitas pessoas que por isso, consciente
ou inconscientemente estão a contribuir para a destruição
deste "paraíso subterrâneo". A queda de formações,
o despejo de lixos, os riscos e as manchas nas paredes, são acontecimentos
constantes e nocivos.
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